“Tendo forma de piedade, negando-lhe entretanto, o poder”. IITm 3:5.O rato é um animal interessante. Apesar de nojento, nocivo à saúde e causar pânico às pessoas que com ele se encontram, reúne duas qualidades opostas que chamam a atenção. A primeira é a ousadia, a valentia.
Eles conseguem entrar em lugares inimagináveis, sobem em lugares altíssimos, e até mesmo conseguem carregar para longe, como um troféu, o objeto de seus desejos: comida. A qualidade oposta é a covardia. Geralmente os ratos agem no escuro, na calada da noite, e ao serem surpreendidos pela luz ou pela presença de outro ser, fogem velozmente.
Apesar de ser considerado esperto devido a dificuldade de apanhá-lo, ele geralmente acaba caindo na mesma isca presa a uma ratoeira: comida. Literalmente “morre pela boca”.
Incrível que há muitos crentes assim.
Ao ouvi-los parecem tão ousados, que a primeira vista, impressionam pela disposição e espiritualidade, mas que apenas ficam “no papo”. São excelentes para dar palpites e seu maior desejo é estar em evidência, ser a estrela maior da constelação. Mas acabam mostrando a sua covardia ao se omitirem de suas responsabilidades, ao ver tanto a ser feito e ficar de braços cruzados.
Ao serem incumbidos de algo passam a bola, pois “coisas pequenas” não dão IBOPE. Fogem ao menor sinal de serviço (mesmo sendo para o Senhor). Mesmo assim são ótimos em criticar os que estão fazendo alguma coisa. Pior que, como o ratinho já citado, também acabam morrendo pela boca.
Caem em descrédito perante a congregação e jamais poderão reclamar que não tiveram chances, pois, não souberam aproveitar as que tiveram.
Vale lembrar as palavras de um sábio:
“O orgulho precede a queda” (Pv 16:18), mas “a humildade precede a honra” (Pv 15:33). O que você tem sido: um covarde orgulhoso ou um valente humilde?
Rev. Diones Braz



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